Fachada da sede da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo.
FISCAL E TRIBUTÁRIO

60 vagas no concurso Sefaz SP 2026: inscrições abertas

Seleção para Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas aceita graduação em qualquer área e tem organização da FCC.

60 vagasBanca FCCNível superior

O concurso Sefaz SP 2026 está com inscrições abertas para 60 vagas de Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas, com salário inicial de R$ 11.359,50. O cargo exige nível superior em qualquer área, para jornada de 40 horas semanais. As inscrições seguem até 3 de novembro de 2026, com taxa de R$ 150,00 e provas em 13 de dezembro de 2026.

Ficha do concurso

  • Órgão: Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo.
  • Cargo: Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas, APOFP.
  • Vagas: 60, sendo 57 para ampla concorrência e 3 para pessoas com deficiência.
  • Escolaridade: nível superior em qualquer área de formação.
  • Remuneração inicial: R$ 11.359,50.
  • Jornada: 40 horas semanais.
  • Banca organizadora: Fundação Carlos Chagas, FCC.
  • Inscrições: de 5 de outubro a 3 de novembro de 2026.
  • Taxa: R$ 150,00, com pagamento até 4 de novembro de 2026.
  • Provas: 13 de dezembro de 2026, na cidade de São Paulo.

Inscrições no concurso Sefaz SP 2026: datas e escolha da área

O período de inscrição começa em 5 de outubro de 2026 e termina em 3 de novembro de 2026. A seleção é organizada pela Fundação Carlos Chagas. Para quem pretende participar, a primeira decisão é definir a área de conhecimento, porque essa escolha ocorre no ato da inscrição e determina a disputa pela classificação.

A taxa custa R$ 150,00. O prazo para pagamento termina em 4 de novembro de 2026, um dia depois do encerramento das inscrições. Portanto, inscrição e pagamento têm datas distintas no calendário e precisam ser acompanhados separadamente.

Há previsão de solicitação de isenção ou redução da taxa entre 5 e 9 de outubro de 2026. Os critérios para obter esses benefícios não estão detalhados nas informações disponíveis. Antes de apresentar o pedido, confira no edital as condições e os documentos exigidos.

  1. Compare as três áreas de conhecimento e escolha aquela em que pretende concorrer.
  2. Faça a inscrição dentro do período previsto.
  3. Se for solicitar isenção ou redução, observe o prazo específico do benefício.
  4. Acompanhe o pagamento da taxa e organize sua participação nas provas.

Como as 60 vagas estão distribuídas

As oportunidades de APOFP estão divididas igualmente entre três áreas. Cada uma oferece 20 vagas, sendo 19 de ampla concorrência e uma destinada a pessoas com deficiência. No conjunto, são 57 vagas de ampla concorrência e três reservadas a PcD.

  • Orçamento e Finanças Públicas: 20 vagas.
  • Contabilidade Pública: 20 vagas.
  • Ciência de Dados e Tecnologia da Informação: 20 vagas.

A classificação acontece dentro de cada área. Isso significa que a escolha feita na inscrição também define o grupo em que o candidato será classificado. A distribuição igual de vagas, por si só, não permite afirmar que uma área terá disputa mais fácil: não há quantitativo de inscritos informado para esta seleção.

O requisito apresentado para o cargo é graduação em qualquer área de formação. Não confunda o nome da especialidade escolhida com uma exigência de diploma específico que não foi indicada para APOFP. A remuneração inicial e a jornada são as mesmas nas três opções.

O que cai na prova

A prova objetiva P1, de Conhecimentos Básicos, reúne 80 questões e permite alcançar até 112 pontos. O conteúdo inclui Direito Administrativo, com 10 questões de peso 1. Para quem estuda essa matéria, há uma cobrança expressa que precisa entrar no planejamento, ao lado das demais disciplinas.

  • Administração Geral, Pública e Auditoria Governamental: 8 questões, peso 1.
  • Direito Administrativo: 10 questões, peso 1.
  • Direito Constitucional: 10 questões, peso 1.
  • Economia: 4 questões, peso 1.
  • Língua Portuguesa: 10 questões, peso 1.
  • Matemática Financeira e Estatística: 6 questões, peso 1.
  • Administração Financeira e Orçamentária: 8 questões, peso 2.
  • Contabilidade Geral e Pública: 8 questões, peso 2.
  • Direito Financeiro e Finanças Públicas: 8 questões, peso 2.
  • Fluência de Dados: 8 questões, peso 2.

Observe a diferença entre quantidade de questões e pontuação. Cada uma das quatro disciplinas de peso 2 representa 16 pontos na P1. Essa distribuição deve orientar a divisão do tempo de estudo, sem abandonar as matérias de peso 1, pois também existe nota mínima para a prova como um todo.

Na P2, o candidato responde somente às questões da área escolhida na inscrição. A relação detalhada dos tópicos específicos de cada área não está apresentada nas informações disponíveis.

Etapas e aplicação das provas em dezembro

As provas estão previstas para 13 de dezembro de 2026, na cidade de São Paulo, com aplicação em dois turnos do mesmo domingo. A etapa objetiva e a discursiva têm caráter eliminatório e classificatório. Há também avaliação de títulos, exclusivamente classificatória.

  1. P1, Conhecimentos Básicos: aplicação pela manhã, com duração de 4 horas, 80 questões e até 112 pontos.
  2. P2, Conhecimentos Específicos: aplicação à tarde, com duração informada de 4 horas, 40 questões de peso 3 e até 120 pontos.
  3. P3, prova discursiva: estudo de caso interdisciplinar, com pontuação máxima de 120 pontos.
  4. Avaliação de títulos: envio online dos documentos para pontuação classificatória.

A descrição disponível da discursiva apresenta uma inconsistência ao indicar sua aplicação em conjunto com a própria P3. Por isso, o encaixe exato dessa prova no turno e no tempo de aplicação precisa ser conferido no edital. Os horários de abertura e fechamento dos portões também não estão informados aqui.

Na organização da viagem e da rotina de prova, considere que haverá avaliações pela manhã e à tarde. O município de aplicação está definido, mas o endereço individual do local de prova não foi informado.

Notas mínimas exigem atenção à soma das objetivas

Os requisitos de pontuação são cumulativos. Não basta alcançar o mínimo de uma prova e compensar um resultado insuficiente em outra. Para seguir no concurso público, o candidato precisa observar simultaneamente os seguintes patamares:

  • P1: pelo menos 45 pontos.
  • P2: pelo menos 48 pontos.
  • Soma das provas objetivas: pelo menos 116 pontos.
  • P3: pelo menos 48 pontos.

O ponto que merece atenção é a exigência da soma das objetivas. Atingir apenas os mínimos individuais de P1 e P2 não satisfaz o mínimo conjunto. Na preparação, acompanhe tanto seu desempenho por prova quanto o resultado acumulado.

Esses valores são requisitos mínimos, não uma garantia de classificação dentro das vagas. As informações disponíveis não detalham quantas provas discursivas serão corrigidas em cada área. Assim, não é possível indicar um número de candidatos no corte de correção da P3.

Avaliação de títulos e formação acadêmica

A avaliação de títulos tem caráter exclusivamente classificatório, com envio online. Estão previstos doutorado, mestrado e especialização lato sensu de, no mínimo, 360 horas.

É importante separar o requisito de ingresso da pontuação acadêmica. O cargo exige nível superior em qualquer área; os títulos integram uma avaliação adicional de classificação. Como as provas objetiva e discursiva são eliminatórias, a documentação acadêmica não substitui o atendimento às notas mínimas.

A pontuação atribuída a cada título, os limites de aproveitamento e o calendário de envio não estão detalhados nas informações disponíveis. Quem possui essa formação pode organizar os documentos, mas deve conferir as regras específicas do edital antes de encaminhá-los.

Remuneração e estrutura da carreira de APOFP

O salário inicial de APOFP é de R$ 11.359,50, para jornada de 40 horas semanais. A carreira possui seis classes, de I a VI, e cada classe tem dois níveis de retribuição. As mudanças de nível e de classe dependem de tempo de serviço e avaliação interna.

Se o analista exercer cargo em comissão relacionado à sua área, poderá optar por manter a remuneração de analista e receber adicional pro labore. Os percentuais informados são de 15% para assessoramento, 12% para coordenação e 10% para direção técnica, calculados sobre o valor inicial da carreira. Esses acréscimos estão vinculados ao exercício das funções indicadas, não ao simples ingresso no cargo.

A Sefaz SP também realizou concursos para Auditor Fiscal e Especialista Contábil entre 2025 e 2026, ambos homologados e vigentes. São seleções distintas. Para esta inscrição, considere as 60 vagas, os requisitos, a remuneração e as provas de APOFP, sem misturar benefícios ou regras de outras carreiras.

R$ 11.359,50remuneração inicial de APOFP
Uma segunda graduação para ampliar suas opções de concurso Tecnólogo EAD em instituição credenciada pelo MEC. O prazo de conclusão depende do aproveitamento de cada aluno (LDB, art. 47, parágrafo 2 grau).

Perguntas frequentes

Até quando vão as inscrições do concurso Sefaz SP 2026?

As inscrições vão de 5 de outubro a 3 de novembro de 2026. A taxa é de R$ 150,00, com pagamento até 4 de novembro de 2026.

Quantas vagas tem o concurso Sefaz SP para APOFP?

São 60 vagas, divididas igualmente entre Orçamento e Finanças Públicas, Contabilidade Pública e Ciência de Dados e Tecnologia da Informação.

Qual é o salário inicial de APOFP na Sefaz SP?

A remuneração inicial é de R$ 11.359,50, para jornada de 40 horas semanais. O valor é o mesmo nas três áreas de conhecimento.

Qual formação é exigida para Analista da Sefaz SP?

O cargo de Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas exige nível superior em qualquer área de formação.

Quando serão as provas do concurso Sefaz SP 2026?

As provas serão realizadas em 13 de dezembro de 2026, na cidade de São Paulo, com aplicação nos períodos da manhã e da tarde.

Fontes verificadas

Estratégia Concursos: Concurso Sefaz SP 2026: inscrições abertas! 60 vagas para APOFP, consultado em 5 de outubro de 2026.

Tiago Zanolla
Tiago Zanolla Tiago Zanolla é professor de Ética no Serviço Público, Estatuto dos Servidores e Legislação Institucional na Estratégia Concursos desde 2016. Foi técnico judiciário do Tribunal de Justiça do Paraná entre 2011 e 2023 e é fundador da UFEM Educacional.
Fundador da UFEMEx-técnico judiciário TJ-PRProfessor na Estratégia desde 2016

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial, sem relação com a sede do órgão.

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