Fachada da sede do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, no Rio Grande do Sul.
TRIBUNAIS

Concurso TRT 4 2026: etapas, provas e salários

Seleção da FCC forma cadastro de reserva para Técnico e Analista Judiciário, com provas em Porto Alegre em janeiro de 2027.

Cadastro de reservaBanca FCCNível superior

O Concurso TRT 4 2026 recebe inscrições até 25 de novembro de 2026 para cadastro de reserva de Técnico e Analista Judiciário, sem número de vagas imediatas informado. As remunerações vão de R$ 9.776,71 a R$ 16.040,88, e os cargos exigem nível superior conforme seus requisitos específicos. Organizadas pela FCC, as provas objetiva e discursiva estão previstas para 31 de janeiro de 2027, em Porto Alegre.

Ficha do concurso

  • Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região.
  • Banca organizadora: Fundação Carlos Chagas (FCC).
  • Edital publicado: 22 de outubro de 2026.
  • Cargos: Técnico Judiciário e Analista Judiciário, distribuídos em 23 cargos, áreas e especialidades.
  • Vagas: cadastro de reserva.
  • Escolaridade: nível superior, conforme os requisitos específicos de cada cargo.
  • Remuneração inicial: de R$ 9.776,71 a R$ 16.040,88.
  • Lotação: estado do Rio Grande do Sul.
  • Inscrições: de 26 de outubro de 2026 a 25 de novembro de 2026.
  • Taxas: de R$ 90,00 a R$ 110,00.
  • Provas objetiva e discursiva: 31 de janeiro de 2027, exclusivamente em Porto Alegre.
  • Validade: dois anos, com possibilidade de uma prorrogação por igual período.

Concurso TRT 4 2026: cargos e requisitos

O concurso público contempla Técnico Judiciário e Analista Judiciário em diferentes áreas e especialidades. São 23 combinações de cargos, áreas e especialidades. Esse número descreve a distribuição das opções da seleção e não representa uma oferta de 23 vagas imediatas: o edital é voltado à formação de cadastro de reserva.

A escolaridade indicada é de nível superior para os cargos, respeitados os requisitos específicos de cada opção. Portanto, o nome Técnico Judiciário não deve ser usado como referência para presumir exigência de nível médio. Antes de escolher a inscrição, confira a formação exigida para a área pretendida.

As remunerações iniciais variam de R$ 9.776,71 a R$ 16.040,88, sem incluir benefícios e gratificações. O detalhamento disponível não associa cada valor a todas as especialidades. Para comparar as opções, considere conjuntamente atribuições, formação exigida e remuneração correspondente no edital, sem tratar o maior valor como salário de todos os cargos.

Inscrições até 25 de novembro de 2026

O período de inscrição começou em 26 de outubro de 2026 e permanece aberto até 25 de novembro de 2026. A organização está a cargo da Fundação Carlos Chagas. As taxas informadas variam de R$ 90,00 a R$ 110,00.

Ao organizar a inscrição, confirme a opção completa de cargo, área e especialidade. Essa escolha interfere nos conhecimentos específicos e no formato da prova discursiva. Também é relevante para identificar a existência de uma etapa adicional, como o Teste de Aptidão Física previsto para Agente de Polícia Judicial.

O horário de encerramento das inscrições e a data limite para pagamento da taxa não aparecem nas informações disponíveis. Não presuma que o pagamento possa ser feito depois do encerramento: consulte essas condições no edital. A validade informada para o concurso é de dois anos, podendo haver uma única prorrogação por igual período.

Etapas e pesos das avaliações

Os candidatos farão prova objetiva e prova discursiva no mesmo dia. A duração total das duas avaliações será de quatro horas. Isso exige planejamento conjunto: o tempo disponível precisa acomodar a resolução das questões e a produção da resposta escrita.

  1. Conhecimentos Gerais: 30 questões objetivas, com peso 1.
  2. Conhecimentos Específicos: 30 questões objetivas, com peso 2.
  3. Prova discursiva: redação ou estudo de caso, conforme o cargo, com peso 4.
  4. Teste de Aptidão Física: etapa posterior para Técnico Judiciário, Área Administrativa, Especialidade Agente de Polícia Judicial.

A prova objetiva terá 60 questões. Embora os dois blocos tenham a mesma quantidade de perguntas, os pesos são diferentes. Na preparação, essa diferença merece atenção: Conhecimentos Específicos têm peso 2, enquanto a discursiva tem o maior peso informado, 4.

Os pesos, isoladamente, não esclarecem toda a fórmula de classificação. As informações disponíveis não detalham notas mínimas, critérios de desempate ou limites de correção da discursiva. Esses pontos precisam ser conferidos no edital antes de definir metas de desempenho.

Discursiva: quem faz redação ou estudo de caso

O formato da avaliação escrita depende da opção escolhida. Para Analista Judiciário, Área Judiciária, a discursiva será um estudo de caso. O mesmo formato está previsto para Analista Judiciário, Área Judiciária, Especialidade Oficial de Justiça Avaliador Federal.

Nos demais cargos de Analista Judiciário, a etapa será uma redação. Para Técnico Judiciário, todas as áreas e especialidades também terão redação. Assim, candidatos de cargos diferentes não devem presumir que farão o mesmo tipo de produção escrita apenas porque participam do mesmo concurso.

Essa distinção deve orientar o treino desde o início. Se sua opção exige estudo de caso, organize exercícios nesse formato. Se exige redação, inclua a produção de textos na rotina. Em ambos os casos, pratique considerando o tempo compartilhado com as 60 questões objetivas.

A quantidade de linhas, os temas e os critérios específicos de correção não estão detalhados nas informações apresentadas. Confira esses parâmetros no edital para ajustar os exercícios ao que será efetivamente exigido.

O que cai na prova

O bloco de Conhecimentos Gerais reúne cinco disciplinas. Elas compõem as 30 questões dessa parte da prova, mas não foi detalhada a quantidade de perguntas destinada a cada matéria.

  • Língua Portuguesa.
  • Matemática e Raciocínio Lógico.
  • Noções de Legislação.
  • Noções de Direitos Humanos.
  • Noções de Informática.

As outras 30 questões serão de Conhecimentos Específicos, com disciplinas voltadas à especialidade escolhida. A relação detalhada desses conteúdos não foi apresentada. Por isso, a lista geral não basta para montar todo o planejamento de estudos.

Para quem estuda legislação, a presença de Noções de Legislação merece atenção. Entretanto, essa denominação não permite afirmar quais leis, estatutos ou normas institucionais serão cobrados. Também não autoriza incluir automaticamente Ética no Serviço Público, Direito Administrativo ou Regimento Interno no programa.

O caminho prático é conferir os tópicos de legislação da sua opção no edital e estudar os textos indicados. Use a lista divulgada como ponto de partida, preservando a distinção entre matérias expressamente mencionadas e conteúdos que ainda precisam ser identificados no programa completo.

Data, local e turnos das provas

As provas objetiva e discursiva estão previstas para 31 de janeiro de 2027, exclusivamente em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A aplicação será dividida por cargo: Técnico Judiciário no período da manhã e Analista Judiciário no período da tarde.

Quem mora em outra cidade deve considerar esse local ao organizar deslocamento e hospedagem. A lotação informada para os cargos é o estado do Rio Grande do Sul, enquanto a aplicação dessas provas está concentrada em Porto Alegre. São informações diferentes e ambas precisam entrar no planejamento.

Os horários exatos de abertura e fechamento dos portões e os endereços de aplicação não foram apresentados. A divisão entre manhã e tarde também não basta, por si só, para concluir que uma combinação de inscrições é permitida. Confira as regras correspondentes no edital antes de planejar a participação em mais de uma opção.

TAF para Agente de Polícia Judicial

Além das avaliações objetiva e discursiva, haverá Teste de Aptidão Física para Técnico Judiciário, Área Administrativa, Especialidade Agente de Polícia Judicial. A etapa está prevista para 8 e 9 de maio de 2027, em Porto Alegre, depois das provas escritas.

O TAF não foi indicado como exigência para todos os candidatos. Sua previsão está vinculada à especialidade mencionada. Quem escolher essa opção deve incluir a etapa física no planejamento, sem deixar de preparar a redação e os dois blocos da prova objetiva.

Os exercícios, índices mínimos e condições de execução não estão detalhados nas informações disponíveis. Consulte as exigências do edital antes de organizar um treino específico. As datas de maio são apresentadas como previsão, portanto acompanhe as comunicações da seleção para confirmar a programação e as orientações de participação.

R$ 16.040,88maior remuneração inicial informada
Uma segunda graduação para ampliar suas opções Tecnólogo EAD em instituição credenciada pelo MEC. O prazo de conclusão depende do aproveitamento de cada aluno (LDB, art. 47, parágrafo 2 grau).

Perguntas frequentes

Até quando vão as inscrições do concurso TRT 4 2026?

As inscrições ficam abertas até 25 de novembro de 2026. As taxas informadas variam de R$ 90,00 a R$ 110,00.

Quantas vagas tem o concurso TRT 4 2026?

A seleção forma cadastro de reserva para Técnico e Analista Judiciário. As 23 opções de cargos, áreas e especialidades não correspondem a 23 vagas imediatas.

Qual é o salário e a escolaridade do concurso TRT 4?

As remunerações iniciais vão de R$ 9.776,71 a R$ 16.040,88. A exigência é de nível superior, conforme os requisitos específicos de cada cargo.

Quando e onde serão as provas do TRT 4?

As provas objetiva e discursiva estão previstas para 31 de janeiro de 2027, exclusivamente em Porto Alegre. Técnico fará prova pela manhã e Analista, à tarde.

Quais cargos do TRT 4 terão estudo de caso e TAF?

O estudo de caso será para Analista da Área Judiciária, incluindo Oficial de Justiça Avaliador Federal. O TAF será para Técnico, Área Administrativa, Especialidade Agente de Polícia Judicial.

Fontes verificadas

Gran Cursos Online: Concurso TRT 4 (RS) 2026: conheça as etapas de prova!, consultado em 6 de novembro de 2026.

Tiago Zanolla
Tiago Zanolla Tiago Zanolla é professor de Ética no Serviço Público, Estatuto dos Servidores e Legislação Institucional na Estratégia Concursos desde 2016. Foi técnico judiciário do Tribunal de Justiça do Paraná entre 2011 e 2023 e é fundador da UFEM Educacional.
Fundador da UFEMEx-técnico judiciário TJ-PRProfessor na Estratégia desde 2016

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial, sem relação com a sede do órgão.

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