Fachada da sede da Advocacia-Geral da União.
FISCAL E TRIBUTÁRIO

concurso AGU 2026: banca em definição para 170 vagas

Seleção terá quatro carreiras jurídicas, exigência de habilitação no Enap e salário inicial de R$ 24.967,31.

170 vagas autorizadasBanca em definiçãoSuperior em Direito

O concurso AGU 2026 está na fase de escolha da banca, com 170 vagas autorizadas para quatro carreiras jurídicas da Advocacia-Geral da União e salário inicial de R$ 24.967,31. Os cargos exigem formação em Direito, OAB válida e dois anos de prática forense. Os editais estão previstos para este ano, mas as datas de inscrição ainda não foram divulgadas.

Ficha do concurso

  • Órgão: Advocacia-Geral da União.
  • Situação: concurso autorizado, com escolha da banca em andamento.
  • Vagas: 170 distribuídas entre quatro carreiras jurídicas.
  • Cargos: advogado da União, procurador da Fazenda Nacional, procurador Federal e procurador do Banco Central do Brasil.
  • Salário inicial: R$ 24.967,31.
  • Escolaridade: nível superior em Direito.
  • Outros requisitos: registro válido na OAB e, no mínimo, dois anos de prática forense.
  • Banca organizadora: em definição.
  • Previsão dos editais: ainda em 2026, sem data específica anunciada.
  • Inscrições e taxa: datas e valor ainda não divulgados.
  • Habilitação prévia: aprovação no Exame Nacional da Advocacia Pública, o Enap.

concurso AGU 2026: distribuição das vagas e editais

A autorização contempla 170 vagas. A maior parte está dividida igualmente entre três carreiras, enquanto a procuradoria do Banco Central terá uma oferta própria. A distribuição anunciada é a seguinte:

  • Advogado da União: 50 vagas.
  • Procurador da Fazenda Nacional: 50 vagas.
  • Procurador Federal: 50 vagas.
  • Procurador do Banco Central do Brasil: 20 vagas.

A AGU estima publicar um edital para cada carreira jurídica. A previsão é que essas publicações ocorram ainda em 2026, depois da contratação da organizadora. A instituição escolhida ficará responsável por receber as inscrições e aplicar as provas.

Para quem acompanha esse concurso público, o próximo marco é a definição da banca. Ainda não há nome anunciado para organizar a nova seleção. O fato de concursos anteriores terem sido conduzidos pelo Cebraspe não confirma sua participação nesta edição.

Também não foi apresentado um calendário com abertura e encerramento das inscrições. Esses prazos estarão nos respectivos editais.

Requisitos para disputar as quatro carreiras

As quatro carreiras têm os mesmos requisitos básicos anunciados: nível superior em Direito, registro válido na Ordem dos Advogados do Brasil e comprovação de pelo menos dois anos de prática forense. O salário inicial informado é de R$ 24.967,31.

Isso significa que a exigência de escolaridade é específica. Ter uma graduação em outra área, por si só, não atende ao requisito de formação divulgado para esses cargos. Além do diploma em Direito, o candidato precisa observar as exigências de registro profissional e experiência.

Os detalhes sobre a documentação e a comprovação da prática forense ainda não foram apresentados. Por isso, o candidato deverá conferir essas regras quando o edital de sua carreira estiver disponível.

Outra exigência anunciada é a habilitação no Enap. Ela será necessária para disputar as vagas e deverá ser considerada junto dos demais requisitos, sem substituir a formação, o registro na OAB ou a prática forense.

Como funcionará a habilitação no Enap

O Exame Nacional da Advocacia Pública será uma etapa prévia de habilitação. Sua finalidade é avaliar conhecimentos e competências relacionados ao exercício das atribuições das carreiras jurídicas.

O Enap terá caráter eliminatório. Estar habilitado será requisito para a inscrição nos concursos da AGU. Há, porém, uma distinção importante: a nota obtida nesse exame não será usada na classificação dos candidatos nos concursos específicos de cada carreira.

Na prática, o resultado do Enap permitirá avançar para a disputa, mas não acrescentará pontuação à classificação da carreira escolhida. O candidato deverá acompanhar tanto o edital do exame de habilitação quanto os editais dos concursos.

Os conteúdos programáticos, o formato das provas, as questões e o cronograma do Enap ainda não foram anunciados. A previsão informada é publicar seu edital até o final de 2026, assim como os editais das quatro carreiras. Não há uma data concreta de aplicação divulgada.

Taxa única e escolha da carreira antes das discursivas

Os habilitados no Enap poderão realizar as provas objetivas das quatro carreiras mediante o pagamento de uma única taxa de inscrição. O valor dessa taxa ainda não foi informado. A definição da carreira ocorrerá depois, antes das provas discursivas.

  1. Obter a habilitação no Enap, requisito prévio para inscrição nos concursos.
  2. Participar das provas objetivas das quatro carreiras, com pagamento de uma única taxa.
  3. Escolher a carreira pela qual deseja continuar antes da realização das discursivas.
  4. Prosseguir nas etapas da carreira escolhida, conforme as regras do respectivo edital.
  5. Participar do curso de formação, anunciado como última etapa e de caráter eliminatório.

Esse roteiro reúne as mudanças já anunciadas, mas não substitui a descrição completa das fases no edital. A relação integral de avaliações da nova seleção ainda não foi apresentada.

A mudança busca aumentar o número de candidatos aprovados e facilitar a recomposição da força de trabalho. Nos concursos anteriores, a aprovação de uma mesma pessoa em mais de uma carreira dificultava o planejamento das nomeações e o preenchimento das vagas.

O que cai na prova

O conteúdo programático da nova seleção ainda não foi divulgado. Também não foram anunciadas as disciplinas do Enap. As provas anteriores servem como referência de estudo, sem confirmar o que será exigido nos próximos editais.

Nos concursos realizados em 2023, Direito Administrativo apareceu nas provas objetivas de advogado da União, procurador da Fazenda Nacional e procurador Federal. Para advogado da União, também houve cobrança de Legislação da Advocacia-Geral da União, Gestão de Conflito e Governança.

Esses conteúdos se relacionam diretamente ao estudo de Direito Administrativo e Legislação Institucional. Quem pretende organizar a preparação pode usar as questões anteriores para identificar a forma de cobrança, sempre separando o programa antigo das futuras exigências do edital.

Entre as demais áreas cobradas estavam Direito Constitucional, Tributário, Civil, Processual Civil e Empresarial. A composição dos grupos variava conforme a carreira. Para procurador Federal, por exemplo, o programa também incluía Direito Agrário e Legislação sobre Educação e Ciência, Tecnologia e Inovação.

A resolução de provas anteriores ajuda a observar como legislação, doutrina e jurisprudência foram abordadas. Ela não permite antecipar, por si só, o formato que a nova banca adotará.

Como foram os concursos anteriores da AGU

Os últimos concursos para advogado da União, procurador da Fazenda Nacional e procurador Federal foram realizados em 2023, com editais publicados no final de 2022. A organização ficou a cargo do Cebraspe.

Na ocasião, foram oferecidas 300 vagas, sendo 100 para cada uma dessas três carreiras. Esse quantitativo pertence à seleção anterior. A autorização atual é de 170 vagas e inclui também procurador do Banco Central do Brasil.

As provas objetivas de advogado da União tiveram três grupos com 46, 34 e 20 questões. Para procurador da Fazenda Nacional, a divisão foi de 34, 34 e 32 questões. Já para procurador Federal, os grupos reuniram 56, 30 e 14 questões.

Essas diferenças mostram por que convém consultar o histórico da carreira pretendida. Mesmo em concursos do mesmo órgão, a distribuição das disciplinas e das questões não foi idêntica. Os números anteriores devem orientar a análise do histórico, sem serem tratados como estrutura confirmada para 2026.

Procurador do Banco Central tem histórico próprio

A última seleção para procurador do Banco Central foi aberta em 2013. A organizadora foi o Cebraspe, então conhecido como Cespe/UnB. A oferta era de 15 vagas, das quais 14 para atuação em Brasília e uma em Belém.

Os candidatos passaram por prova objetiva, inscrição definitiva, três provas discursivas, prova oral, avaliação de títulos e curso de formação. Essas etapas descrevem o concurso antigo e não confirmam a estrutura integral da próxima seleção.

A prova objetiva cobrou áreas como Direito Constitucional, Administrativo, Econômico, Financeiro e Tributário. Também incluiu Direito Civil, Processual Civil, Empresarial, Internacional Público e Privado, além de disciplinas penais, trabalhistas e previdenciárias.

Para a nova seleção, estão anunciadas 20 vagas de procurador do Banco Central do Brasil. A participação dessa carreira no modelo com Enap, taxa única para as objetivas e escolha antes das discursivas torna necessário acompanhar as regras específicas do novo edital.

170 vagasautorizadas para quatro carreiras jurídicas

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Perguntas frequentes

Quantas vagas terá o concurso AGU 2026?

São 170 vagas autorizadas: 50 para advogado da União, 50 para procurador da Fazenda Nacional, 50 para procurador Federal e 20 para procurador do Banco Central.

Qual é o salário inicial do concurso AGU?

O salário inicial informado para as carreiras jurídicas é de R$ 24.967,31.

Quem pode fazer o concurso AGU 2026?

Os cargos exigem nível superior em Direito, OAB válida e pelo menos dois anos de prática forense. Também será necessária habilitação no Enap.

Quando abrem as inscrições do concurso AGU?

As datas ainda não foram divulgadas. Os editais estão previstos para 2026, após a contratação da banca, e informarão os períodos de inscrição.

A nota do Enap conta na classificação do concurso AGU?

Não. O Enap será eliminatório e servirá como habilitação prévia. Sua nota não será utilizada na classificação dos concursos específicos das carreiras.

Fontes verificadas

Folha Dirigida (QConcursos): Concurso AGU está em fase de escolha da banca para 170 vagas, consultado em 27 de setembro de 2026.

Tiago Zanolla
Tiago Zanolla Tiago Zanolla é professor de Ética no Serviço Público, Estatuto dos Servidores e Legislação Institucional na Estratégia Concursos desde 2016. Foi técnico judiciário do Tribunal de Justiça do Paraná entre 2011 e 2023 e é fundador da UFEM Educacional.
Fundador da UFEMEx-técnico judiciário TJ-PRProfessor na Estratégia desde 2016

Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial, sem relação com a sede do órgão.

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